segunda-feira, 14 de setembro de 2009

E mais uma vez, a vida se diluiu. E com olhos repleto de lágrimas , constatamos aquilo a tanto tempo já sabido. Não é dessa vez. Não será mais. Nunca mais

Maldita lei do eterno retorno... Maldita necessidade que não se cala.

4 comentários:

  1. Elas não se calam...

    ;)


    Beijos, Lu!

    Ah...achei a primeira parte do poema que citei nas randômicas :

    "Ele oferece o cálice da dor,
    composição hormonal que fere.
    Sangue, vinho, lágrima, angústia
    Do que nasce e não encontra.



    Ela grita: - A mais pura mentira! E verá,
    será consumido por olhos
    vermelhos, insones, fixos,
    ver-te a percorrer...


    Ele diz: - Coma, a hóstia de restos e fugas,
    presença da desolação,
    do não satisfeito, se for só o desejar,
    ofereço-me o fel da solidão.



    Ela grita: - A mais pura mentira! E verá,
    será consumido por mãos
    frias e trêmulas, fixas,
    a percorrerem ao te ver..."


    Tem coisas que não me conformo de ter escrito...mas penso que, pelo menos, tive a sorte de ler. Suas palavras são assim pra mim...

    :)

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  2. *Tem coisas que não me conformo de NÃO ter escrito...rs (escrevi errado)

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  3. Não se cala mesmo... às vezes se aquieta e fala baixinho e o no meio do barulho que é nossa vida, a gente quase esquece dela, mas uma hora dessas, quando menos se espera, a necessidade (seja qual for, mesmo aquela que não sabemos de que) grita a ponto de quase romper os tímpanos do coração...

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  4. É... esse retorno é sempre a conta a ser paga...

    Belo texto... belo blog, bela cor !!!

    Adorei.

    beijo

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Tomou chuva e adorou!!!